Sobre Pingo, Dojo, Hackers, Pyladies e Comunidades

Este mês tivemos o prazer de "conviver" uma semana com Luciano Ramalho em uma bateria de treinamentos que ele ministrou aqui na Evolux. Para quem não conhece, Ramalho é uma das maiores autoridades na comunidade Python aqui no Brasil, com quase 30 anos de experiência em sala de aula ensinando diversos tipos de profissionais pelo Brasil e pelo mundo.

Em um momento mais descontraído, Luciano nos apresentou um projeto do qual faz parte chamado Pingo, que nasceu no Garoa Hacker Club em São Paulo. Nas palavras de seus criadores: "Pingo pretende ser API universal (!) para programação de alto nível de placas com pinos de entrada e saída programáveis". Isso significa que usando Python e Pingo é possível programar placas como Raspberry Pi, Arduino e outras com elegância e facilidade.

Aproveitamos a empolgação do tema, que tem tudo a ver com o que gostamos de fazer, fizemos uma brincadeira: uma mistura do conceito de Dojo com as tecnologias Pingo e Arduíno. O resultado foi muito divertido!

Após completarmos o desafio do Dojo, aproveitamos a participação mais que especial das meninas do Pyladies Natal e fizemos uma mesa redonda com Luciano e elas. Perguntamos quais os conselhos que ele tinha pra o Pyladies já que é uma comunidade iniciante e que está crescendo bastante. Destaco aqui alguns dos vários conselhos que ele deu:

  • Frequência de encontros bem definida e religiosidade na execução dos mesmos
  • Incentivar que os participantes atuem como Agitadores transformando participantes passivos em participantes ativos
  • Observar o ciclo de vida de uma comunidade pois de início existe um hype, em seguida sofre um declínio (esperado) até que se renova e sofre um novo aumento. Este ciclo dura em média 4 anos.

Para fechar o dia com chave de ouro fomos para o Bar Original em um #HoraExtra com a participação da comunidade. Música ao vivo, petiscos, bebidas e muita conversa de bar. Eita semana que passou rápido e já deixou saudades!